Cuca não planeja apenas tirar o Santos das últimas posições. Para o treinador, o time tem a missão de começar uma arrancada. Mas não uma qualquer. Tem que durar até o final do Campeonato Brasileiro.
– Arrancada é boa, mas tem que ser com firmeza. Quando arrancarmos, temos que saber que é até o final da competição – afirma Cuca.
Para isso, o treinador ensaia formação ofensiva para enfrentar o Grêmio, na Vila Belmiro.
A equipe titular começou o coletivo no 3-4-3, com Tiago Luís, Kléber Pereira e Maikon formando o trio ofensivo. No segundo tempo, ele tirou Tiago Luís e colocou Rodrigo Souto para reforçar o meio-de-campo.
– Eu ainda vou decidir. Tenho algumas dúvidas que quero observar melhor – disse ele.
O reforço no ataque é bem-vindo. O Santos não balançou a rede nos últimos três jogos.
Fonte: www.lancenet.com.br
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Michael estréia no Peixe sem posição definida
A novidade do Santos para a partida contra o Grêmio, nesta quarta-feira às 21h45 (de Brasília), será a estréia de Michael. O jogador tem como principal característica a versatilidade e, por isso, ainda não sabe em qual posição atuará.Nos treinos coletivos Michael se revezou entre a meia, ficando responsável pela criação das jogadas ofensivas, e a lateral-esquerda, permitindo assim a improvisação de Kléber no meio.
- O Cuca gosta de jogadores versáteis, que se movimentam bastante. Acho que eu e o Kléber vamos trocar de posição no decorrer do jogo. Não está nada definido se vou jogar na ala ou no meio – avisou Michael.
O condicionamento físico ainda não é dos melhores, avisa o estreante. Mas nada que o impeça de atuar os 90 minutos.
- Não esperava essa responsabilidade de jogar tão cedo. Fiquei feliz e me livrei do preparador físico. Agora tenho condições de ajudar o Santos contra o Grêmio, que é uma equipe muita boa. Perdeu para o Botafogo (2 a 0) no fim de semana, mas temos de tomar cuidado – destacou.
A volta ao futebol brasileiro é bastante comemorada por Michael, que não se adaptou ao estilo do futebol ucraniano. Ele ficou apenas uma temporada no Dínamo de Kiev (UCR) e foi emprestado ao Peixe, até o fim do ano.
- Foi pouco tempo que fique lá (Ucrânia) e não perdi totalmente o ritmo do que é o futebol brasileiro. A minha vinda pra cá é porque eles gostam de jogador com muita força e eu gosto mais de tocar a bola – explicou.
Fonte: www.lancenet.com.br
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